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O valor da pesquisa
Por Dr Dick McCann
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O Sydney Morning Herald publicou recentemente um artigo sobre assessments. O artigo comentava os instrumentos que careciam de pesquisa, aqueles que pretendiam identificar uma preferência de personalidade imutável inata e aqueles usados como base para o recrutamento e seleção.
Tais comentários não se aplicam ao perfil do TMP® (Team Management Profile), que passou por extensas pesquisas durante um período de mais de 30 anos. Este trabalho está todo compilado em seu Manual de Pesquisa (a versão 5 acaba de ser lançada – outubro/2018), contendo mais de 800 páginas de pesquisa conduzidas por Dick McCann e Nikki Mead.

O TMP® é um modelo de Preferências de Trabalho. Todos nós abordamos nosso trabalho de maneiras diferentes – pensamos e planejamos de maneiras diferentes e tendemos a dar mais ênfase a essas atividades. As Preferências de Trabalho são apenas outro nome para o que gostamos de fazer. São dimensões das diferenças individuais em padrões consistentes de relacionamentos, pensamentos, sentimentos e ações. As preferências determinam as condições que estabelecemos para permitir que nossos processos mentais e psíquicos fluam livremente. Elas não são inatas; são socialmente construídas – um padrão aprendido de comportamento desenvolvido ao longo de muitos anos. Muitas pessoas são influenciadas pelo seu trabalho e pelo seu sucesso profissional e no processo ocorre uma “jornada de carreira”.
No entanto, nossa pesquisa mostra que as Preferências de Trabalho são razoavelmente estáveis em curtos períodos de tempo e isso permite que elas sejam usadas com precisão para o desenvolvimento pessoal e de equipe. Nosso estudo de teste-reteste mostra que, em um período que abrange de um a seis anos, 91% dos entrevistados não tiveram nenhuma mudança em sua preferência de trabalho ou uma mudança em apenas uma das quatro escalas.
Sendo socialmente construídas, as preferências também podem variar entre situações de trabalho e de não trabalho. Um bom exemplo disso foi um estudo com mais de 500 entrevistados que mostrou mudanças significativas na escala de Analítico/Convicções (A-B). No trabalho, 60% eram “Analíticos” e 40% “Convicções”. Fora do trabalho, isso mudou para 42% para Analíticos e 58% para Convicções. Mudanças similares ocorreram na escala Estruturado/Flexível (S-F) – S variando de 47% para 38% e F de 53% para 62%. Este estudo mostrou que a preferência pelo ‘A-S’ no trabalho é compensada por uma tendência pela preferência ‘B-F’ fora do trabalho. Essa é uma evidência convincente de que as preferências das pessoas no trabalho podem ser substancialmente diferentes de suas preferências fora do trabalho.
Os instrumentos de Preferência de Trabalho são projetados para ajudar no desenvolvimento pessoal e de equipe nas organizações. Eles não devem ser usados como única base de recrutamento e seleção, pois não medem a competência.
No entanto, eles podem ser muito úteis como um ponto de discussão no processo de entrevista. Um líder pode estar procurando por certo tipo de pessoa para se encaixar em sua equipe. O entrevistador pode usar as informações do relatório de 5.000 palavras para enfocar a discussão sobre os principais aspectos do trabalho, pedindo ao candidato que elabore os comentários no Perfil e que o apoie com exemplos verificáveis.
Fonte: https://www.teammanagementsystems.com/tms-resources
Traduzido e revisado por Fellipelli Consultoria Organizacional.
Tema: TMP® (Team Management Profile)
Subtema: Diferentemente dos “testes de personalidade”, o TMP® acredita que as preferências não são inatas; são socialmente construídas. Ele não mede competências, por isso, é complementar a muitos assessments.
Objetivo: Desenvolvimento de Equipes, Team Building, Coaching nas Empresas, Desenvolvimento Pessoal, Coaching.
