Afinal, crer é poder? (!)
Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.”
– Jean Cocteau
As emoções inteligentes
A inteligência é definida pelos dicionários em geral como a capacidade individual de aprender, entender e raciocinar (Michaelis, 2018; Priberam, 2018). Já o dicionário Houaiss (2018) a descreve como um “conjunto de funções psíquicas e psicofisiológicas que contribuem para o conhecimento, para a compreensão da natureza das coisas e de significado dos fatos”, relacionando-a também à “capacidade de resolver problemas”.
Pesquisas recentes em desenvolvimento cognitivo e neuropsicologia, no entanto, indicam que as habilidades cognitivas são mais específicas e diferenciadas do que se imaginava (Gardner, I985). Atualmente, os neurologistas acreditam que o sistema nervoso humano não é um órgão com propósito único, mas que possui diversos centros neurais para processar diferentes tipos de informação (Gardner, 1987).
Howard Gardner, renomado pesquisador norte-americano da Universidade de Harvard, adota um conceito ainda mais amplo de inteligência, definindo-a como “a capacidade de resolver problemas ou de elaborar produtos que sejam valorizados em um ou mais ambientes culturais ou comunitários” (Gardner, 1985).
A Teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner (1985) é uma alternativa para a noção de inteligência como uma capacidade geral, inata e única. Sua insatisfação com as visões unitárias de inteligência e a ideia do QI (Quociente de Inteligência), que valorizam as habilidades importantes para o sucesso acadêmico, o levou a redefinir inteligência de modo mais prático, associando-a à resolução de problemas. Conhecido como “pai das inteligências múltiplas”, Gardner defende que existem diversos tipos de brilhantismo e que todos são importantes para a sociedade.
Por salientar a vertente funcional da inteligência, o conceito de múltiplas inteligências abriu um novo caminho no campo psicoemocional ao longo das últimas décadas.
Embora nosso cérebro funcione como um todo integrado, incluindo aspectos cognitivos e emocionais, o lado emocional da inteligência passou a ser valorizado – antes, era negligenciado pelos cientistas, que encaravam nossos sentimentos e emoções como algo a ser controlado e reprimido para não atrapalhar nosso raciocínio lógico. A partir de então, muito passou a se falar a respeito de Inteligência Emocional.
Inteligência emocional pode ser definida como o comportamento de uma pessoa frente à sociedade, abrangendo seu relacionamento com outros indivíduos, reações a diferentes situações e capacidade de lidar com problemas da forma mais adequada possível.
No âmbito profissional, pessoas dotadas de inteligência emocional apresentam melhor desempenho do que outras com o raciocínio mais afiado, inclusive. Segundo uma pesquisa da consultoria TalentSmart (2018), o QE (Quociente Emocional) pode ser mais importante para o sucesso na carreira do que o famoso QI (Quociente de Inteligência). O levantamento indicou que aproximadamente 90% dos funcionários mais bem avaliados por seus empregadores sabem administrar suas emoções. Em contrapartida, somente 20% dos profissionais com desempenho aquém do esperado demonstram a mesma habilidade.

O desenvolvimento da Inteligência Emocional é fundamental para sobreviver à atual crise econômica no Brasil, segundo o professor espanhol José Ramón Pin, da IESE Business School (IESE, 2018). Mas como é possível saber se você possui essa competência e aperfeiçoá-la? Para o consultor norte-americano Travis Bradberry, coautor do livro Emotional intelligence 2.0 (Bradberry e Greeves, 2009), essa resposta só pode ser obtida cientificamente através de testes psicológicos.
A Fellipelli Consultoria Organizacional disponibiliza o Instrumento EQ-I® 2.0, o questionário de pesquisa mais respeitado do mundo, como parte de um programa de desenvolvimento da Inteligência Emocional.
Bradberry descreve em sua obra os principais traços típicos de profissionais capazes de administrar seus próprios sentimentos. São alguns deles:
- Descrição precisa das emoções: De acordo com o consultor, possuir um vasto “vocabulário emocional” é uma característica rara. Dizer apenas que está “mal”, por exemplo, não equivale a se descrever como “frustrado”, “ansioso” ou “perplexo”. Pessoas inteligentes emocionalmente conseguem gerir os próprios sentimentos porque sabem exatamente quais são eles.
- Autoconsciência: Segundo Bradberry, conhecer as suas principais vulnerabilidades é essencial para administrar o seu comportamento. Um QE (quociente emocional) alto significa conhecer seus pontos fortes e saber como usá-los a seu favor, impedindo que as suas fraquezas atrapalhem.
- Sensibilidade e perspicácia: A competência emocional manifesta-se também através da capacidade de reconhecer e interpretar os sentimentos, motivações e intenções das outras pessoas.
- Autoconfiança: Indivíduos com emoções inteligentes não costumam se ofender facilmente, pois são seguros e têm mente aberta. Eles geralmente relevam críticas, brincadeiras e agressões alheias.
- Capacidade de dizer “não”: A tolerância a críticas não significa passividade, e a Inteligência Emocional envolve também saber estabelecer limites quando necessário. Rejeitar novos compromissos e tarefas de modo assertivo não é fácil, mas contribui para a saúde física e mental.
- Autoperdão: Indivíduos emocionalmente inteligentes contemplam seus próprios fracassos de forma tranquila – mas sem ignorá-los. Remoer os erros pode gerar ansiedade e mal-estar, porém esquecê-los completamente pode fazer com que se repitam. De acordo com Bradberry, o autoperdão é como uma corda estreita em que só os mais competentes podem andar sem tropeçar.
- Sem rancores: Mágoas e rancores são ingredientes básicos para o estresse e até mesmo para doenças como pressão alta. Pessoas capazes de dominar as próprias emoções optam por evitam ao máximo esses sentimentos.
- Generosidade: Bradberry explica que oferecer ajuda sem esperar nada em troca é uma característica comum em pessoas inteligentes emocionalmente. Elas costumam construir relacionamentos sólidos e sadios por lembrarem sempre dos outros.
- Capacidade de neutralizar emoções e pessoas tóxicas: Ao lidar com colegas ou chefes difíceis, profissionais com QE elevado monitoram seus próprios sentimentos, como raiva e frustração, impedindo que saiam de controle. Eles respeitam o ponto de vista das pessoas tóxicas enquanto buscam soluções adequadas para todos.
- Tolerância a imperfeições: Indivíduos com Inteligência Emocional apurada não tem a perfeição como objetivo porque sabem que ela não existe. Assim, diante de falhas e problemas inevitáveis, eles simplesmente seguem em frente.
Inteligência positiva e o domínio das emoções
Como vimos, a Inteligência Emocional é a base para o aperfeiçoamento da maior parte das habilidades interpessoais exigidas no mercado de trabalho. Sendo assim, é fundamental aprender como gerenciar suas emoções e as das pessoas ao seu redor no ambiente profissional.
Nesse processo, nossa própria mente pode ser tanto uma grande aliada quanto a pior inimiga. Quantas vezes nos últimos dias você deixou de cumprir um prazo, realizar uma atividade ou alcançar uma meta e justificou: falta de conhecimento, falta de recursos, falta de ajuda e falta de tempo?
De acordo com Shirzad Chamine (2013), apenas 20% dos indivíduos e das equipes atinge seu verdadeiro potencial, enquanto a maioria desperdiça tempo e energia em autossabotagem. A chamada inteligência positiva procura medir o percentual de tempo que sua mente atua a seu favor em vez de ficar boicotando seus planos, atuando como uma indicação do controle que você possui sobre sua própria mente e o quão bem sua mente funciona em seu benefício.

O QI (Quociente de Inteligência) e o QE (Quociente Emocional) determinam o potencial máximo de um indivíduo, porém é seu QP (Quociente de Inteligência Positiva) que define o quanto desse potencial será de fato alcançado.
O QP (Quociente de Inteligência Positiva) representa a porcentagem de tempo em que seu cérebro trabalha positivamente, ou seja, a seu favor e não sabotando você.
Para elevar o QP é necessário primeiramente identificar os sentimentos e pensamentos que dificultam a autorrealização e a exploração de nosso potencial, os sabotadores.
Conhecendo o inimigo: tipos de sabotadores
Os sabotadores são inimigos internos que formam uma série de padrões mentais negativos. Chamine (2013) os descreve da seguinte maneira: “Os sabotadores são um fenômeno universal. A questão não é se você os tem, mas quais têm e o quão fortes são. Eles são universais (existem em todas as culturas, faixas etárias e nos dois gêneros) porque estão ligados às funções do cérebro que se concentram na sobrevivência. Cada um de nós desenvolve sabotadores desde a infância para conseguir sobreviver às ameaças que percebemos na vida, tanto físicas quanto emocionais. Quando chegamos à idade adulta, esses sabotadores não são mais necessários, mas se tornam habitantes invisíveis da nossa mente. Em geral, nem sabemos que eles existem”.
Os sabotadores são criados na infância como meio de sobrevivência às ameaças físicas e emocionais percebidas por cada pessoa – crenças. Na vida adulta, eles persistem como forças mentais invisíveis com as quais lidamos diariamente. Há dez tipos de sabotadores internos:
- O crítico: Principal sabotador por sua frequência e potencial destrutivo. Muitas vezes erroneamente percebido como a voz da razão, chega a levar o indivíduo a encontrar excesso de falhas em si mesmo, nos outros e nas situações em geral, criando um misto de estresse, ansiedade e culpa. Para combatê-lo, é importante que a autocrítica torne-se positiva e estimule o crescimento pessoal. A pessoa deve buscar uma posição de equilíbrio, analisando o contexto e rejeitando defeitos e problemas imaginários.
- O insistente: Persegue a ordem e a perfeição obsessivamente, persuadindo a mente de que erros são inaceitáveis em qualquer circunstância. Gera nervosismo e frustração constante com o próprio desempenho e com o dos outros. Para vencer esse sabotador, a pessoa deve compreender que saber a hora de parar ou até mesmo desistir e reavaliar a estratégia é tão importante quanto a decisão de iniciar um trabalho ou projeto.
- O prestativo: Corresponde à necessidade exagerada de aceitação e de elogios dos outros. Nesse processo, o indivíduo frequentemente desconsidera as próprias necessidades e se decepciona por não receber toda a atenção que julga merecer. É necessário entender que, embora ganhar afeição seja uma coisa boa, isso deve acontecer naturalmente, sem expectativas ou exigências.
- O hiper-realizador: Excelência e conquistas grandiosas e constantes são vitais para o ele, que só consegue se enxergar como alguém importante e respeitável através do sucesso profissional. Costuma ser um indivíduo workaholic, competitivo, atento à própria imagem e status e que deixa necessidades emocionais e relacionamentos em segundo plano. Para deixar de ser refém dos resultados, o indivíduo hiper-realizador deve investir em respeito próprio, desenvolvendo critérios interiores para a felicidade.
- A vítima: Caracterizado pelo foco em sentimentos dolorosos e tendência à martirização, o sabotador vítima torna a pessoa temperamental e emotiva como forma de ganhar atenção. Em oposição ao hiper-realizador, a vítima supervaloriza os sentimentos, minando a própria energia mental e emocional. Esse tipo precisa se concentrar em questões e metas externas, tornando-se mais realista e objetivo.
- O hiper-racional: O sabotador hiper-racional ignora as emoções alheias, colocando a lógica e a racionalidade acima de tudo. A pessoa geralmente é vista como fria, distante ou insensível e deve procurar estabelecer relacionamentos com mais empatia e intimidade.
- O hipervigilante: Ele demonstra preocupação intensa e contínua em relação a todos os perigos que o cercam e em relação a qualquer coisa que pode dar errado. Vive em estado de alerta e nunca consegue relaxar, cansando a si mesmo e quem estiver por perto. É importante admitir que a vigilância sem trégua não é o melhor jeito de evitar que coisas ruins aconteçam, desenvolvendo soluções e comportamentos mais eficazes diante das adversidades.

- O inquieto: Este está sempre em busca de novas emoções e se entedia com facilidade. Incapaz de encontrar paz e satisfação no momento presente, sofre de ansiedade e apresenta um desejo insaciável por novidades e adrenalina. Frequentemente, prejudica a realização das atividades rotineiras, tornando o ambiente de trabalho tenso e agitado. Pode se beneficiar de exercícios de concentração e técnicas de relaxamento.
- O controlador: O sabotador controlador possui uma necessidade ansiosa de assumir o comando de todas as situações em que se envolve, guiando as ações das pessoas de acordo com a sua própria vontade. Mostra-se impaciente e irritado quando isso não acontece. Para não comprometer os resultados da equipe – principalmente no longo prazo -, o tipo controlador precisa adaptar seus desejos às expectativas dos demais, evitando ressentimentos e promovendo a plena capacidade de trabalho.
- O esquivo: Esse sabotador da mente só é capaz de se concentrar no que é prazeroso e positivo, evitando, ao máximo, conflitos e tarefas difíceis. Alimenta o hábito da procrastinação e vive fugindo de compromissos e trabalhos desagradáveis. Ele deve aprender a encarar a resolução de pendências. E uma forma de manter o engajamento até o fim, ou seja, até o contato com os ganhos pela execução da tarefa, é fragmentar as atividades a realizar.
Seja qual for o sabotador mental em questão, aprimorar a inteligência positiva no trabalho demanda esforço, disciplina e dedicação. Isso porque o sucesso é um alvo em movimento – ao alcançar uma meta, ela volta a subir. As pessoas que cultivam uma mentalidade positiva, no entanto, são capazes de enfrentar melhor esses desafios.
Todos os seres humanos têm a possibilidade de melhorar. O senso de bem-estar pessoal é maleável; os hábitos, os pensamentos e as interações podem ser administrados para aumentar as chances de sucesso e a felicidade de um indivíduo.
Nesse sentido, uma meta-análise de 225 estudos acadêmicos, realizada pelos pesquisadores da American Psychological Association (APA, 2018) Sonja Lyubomirsky, Laura King e Ed Diener, reforça essa ideia, demonstrando fortes evidências de causalidade entre satisfação com a vida e sucesso nos negócios.
Desenvolvendo novos hábitos
Treinar o cérebro não é muito diferente de exercitar os músculos em uma academia. Estudos recentes sobre neuroplasticidade – a habilidade do cérebro de alterar-se ao longo da vida – demonstram que o cérebro pode ser “reprogramado” por meio da criação de novos hábitos. Assim, realizar breves exercícios positivos diariamente, ao longo de três semanas, pode trazer benefícios significativos e duradouros no desempenho pessoal e profissional (Bayley et al., 2005; Wood e Neal, 2007).
Shawn Achor, autor de O Jeito Harvard de Ser Feliz (Achor, 2012), fez uma dinâmica com os gerentes financeiros da KPMG, em Nova York (HBR, 2012). Nela, cada gerente deveria executar uma das seguintes atividades relacionadas com uma mudança positiva:
- Anotar três coisas pelas quais eram gratos
- Deixar uma mensagem positiva para alguém em sua rede social
- Meditar em sua mesa por dois minutos
- Exercitar-se por 10 minutos
- Reservar dois minutos para registrar em um diário a experiência mais empolgante vivida nas últimas 24 horas

Os gerentes realizaram a atividade selecionada por três semanas. Após o término do treinamento, os grupos de participantes e o de controle foram analisados para determinar a sensação geral de bem-estar, humor e engajamento.
A pontuação do grupo experimental foi significativamente superior a do grupo de controle em todas as métricas avaliadas. Quatro meses depois, quando os mesmos grupos foram reavaliados, o grupo experimental seguiu apresentando pontuação maior em termos de satisfação com a vida e otimismo.
Um exercício simples e rápido, feito apenas uma vez por dia, foi suficiente para manter os gerentes mais felizes por até quatro meses após a conclusão do programa de treinamento.
Nos tempos atuais de globalização, saber se expressar adequadamente e com facilidade pode ser um fator decisivo para o êxito pessoal e profissional.
Como vimos, o conhecimento técnico não é mais o principal e exclusivo critério de seleção em empresas, cedendo espaço à capacidade de gerir emoções e à inteligência positiva.
Se você deseja aperfeiçoar suas habilidades emocionais, consulte a Fellipelli e aprenda com os melhores especialistas no assunto. Dedique-se ao que realmente importa: você!
Para saber mais:
- Grande Potencial: cinco estratégias para você chegar mais longe desenvolvendo as pessoas a seu redor. Shawn Achor. Editora Benvirá, 2018.
- O Poder do Hábito: por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Charles Duhigg. Editora Objetiva, 2012.
Referências bibliográficas
- CHAMINE, Shirzad. Inteligência Positiva. Por que só 20% das equipes e dos indivíduos alcançam seu verdadeiro potencial e como você pode alcançar o seu. Editora Fontanar, 2013.
- STAMATEAS, Bernardo. Reconheça e mude as atitudes que você toma contra si mesmo. Academia de Inteligência, 2009.
- Michaelis, 2018. Disponível em: http://michaelis.uol.com.br/busca?id=PqO2A Acesso em: 28/08/2018.
- Priberam, 2018. Disponível em: https://www.priberam.pt/dlpo/intelig%C3%AAncia Acesso em: 28/08/2018.
- Houaiss, 2018. Disponível em: https://houaiss.uol.com.br/pub/apps/www/v3-3/html/index.php#0 Acesso em: 28/08/2018.
- TalentSmart, 2018. Disponível em: http://www.talentsmart.com/about/emotional-intelligence.php Acesso em: 28/08/2018.
- IESE, 2018. Disponível em: https://www.iese.edu/en/faculty-research/professors/faculty-directory/jose-ramon-pin-arboledas/ Acesso em: 28/08/2018.
- BRADBERRY, Travis e GREAVES, Jean. 2009. Emotional Intelligence 2.0. San Diego, CA: TalentSmart, Inc.
- American Psychological Association – APA, 2018. The Benefits of Frequent Positive Affect: Does Happiness Lead to Success? Disponível em: https://www.apa.org/pubs/journals/releases/bul-1316803.pdf Acesso em: 29/08/2018.
- Bayley PJ, Frascino JC, Squire LR. Robust habit learning in the absence of awareness and independent of the medial temporal lobe. 2005;436(7050):550–553.
- Wood W, Neal DT. A new look at habits and the habit-goal interface. Psychol Rev. 2007;114(4):843–863.
- HBR – Harvard Business Review, 2012. Disponível em: https://hbr.org/2012/01/positive-intelligence Acesso em: 30/08/2018.
- ACHOR, Shawn. O Jeito Harvard de Ser Feliz. Saraiva, 2012.
Tema: Coaching e inteligência positiva – O homem que ganha é aquele que acredita que pode conseguir.
Subtemas: Análise do papel determinante do equilíbrio emocional nas tentativas de melhoria da vida pessoal e profissional. Aprender como alguns poucos indivíduos alcançam seu verdadeiro potencial e descobrir por que o processo de autossabotagem da mente humana causa fracassos nesse sentido.
Objetivo: Autoconhecimento, Autodesenvolvimento, Coaching, Neurocoaching, Inteligência Emocional, Team Building, Liderança.
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