A Inteligência Emocional vista pelo mercado de trabalho

ie-mercado-trabalho

Pesquisa feita pela Careerbuilder mostra que 71% dos 2.662 executivos de RH pesquisados (nos EUA) afirmam valorizar mais a inteligência emocional (IE) do que o QI em seus funcionários. Isso vale tanto na hora de contratar como na de promover. Quando se fala em promoção, a porcentagem é ainda maior – 75% se dizem mais propensos a valorizar o funcionário que lida melhor com as emoções.

Quais as diferenças entre Quociente de Inteligência (QI) e Inteligência Emocional (IE)?

Quociente de Inteligência (QI) é uma medida de nossas habilidades intelectuais, lógicas e racionais. Está ligada às nossas habilidades verbais, espaciais, visuais e matemáticas para retermos e processarmos informações, pensarmos analiticamente e resolvermos problemas.

Ter um QI alto, 100 é a média, com certeza fortalece muito as habilidades citadas acima, mas não garante que o profissional esteja preparado para lidar efetivamente com conflitos em sua equipe, tomar decisões bem pensadas ou ter empatia nas relações.

A Inteligência Emocional (IE) é que dará este equilíbrio com as habilidades não cognitivas que influenciam a maneira como percebemos e nos expressamos, desenvolvemos e mantemos relações sociais, lidamos com desafios e usamos informações emocionais de maneira efetiva.

Peter Salovey e Jack Mayer, criadores do termo inteligência emocional que é usado hoje, a descrevem como a habilidade para perceber as emoções, entendê-las e regulá-las para que promovam crescimento emocional e intelectual.

Em outras palavras, o resultado de uma inteligência emocional bem desenvolvida é um funcionamento emocional e social saudável, o qual está correlacionado ao bem-estar do indivíduo.

Inteligência emocional também engloba a capacidade de o profissional ter uma leitura do ambiente politico e cultural de seu trabalho, podendo ele compreender o que os outros precisam, querem, sua forças e fraquezas, e conseguir estar melhor engajado para realizar o seu trabalho.

De acordo com Steve Stein, a inteligência cognitiva permanece constante na idade adulta, já a inteligência emocional ao ser trabalhada pode se elevar.

Mesmo pessoas fortes na liderança, aparentemente, podem entender melhor aquelas áreas da IE onde tem espaço para crescerem.

O EQ-i 2.0®, instrumento que avalia Inteligência Emocional (IE), ajuda no desenvolvimento de pessoas nas organizações, uma vez que mede o funcionamento emocional e social do profissional, fazendo com que ele tome consciência de seus pontos de desenvolvimento e de suas habilidades, tendo ele com isso maior probabilidade de se autorrealizar, de conduzir relacionamentos mais fortes, com gestão de conflitos saudáveis dentro da empresa.

Algumas áreas em que o EQ-i 2.0® pode ser usado nas empresas:

  • Liderança
  • Seleção de Pessoal para posições estratégicas
  • Sucessão de Carreira
  • Desenvolvimento de Jovens Talentos
  • Coaching de Executivos
  • Gestão de Equipes
  • Autoconscientização para tomada de decisões
  • Autoconhecimento

Conheça a QUALIFICAÇÃO EM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – EQ-I® 2.0 da Fellipelli, para que possa se certificar e trabalhar com este instrumento: https://www.loja.fellipelli.com.br/eq-i-2-0-inteligencia-emocional/

Fontes:

  • CareerBuilder, 2011 – Seventy-One Percent of Employers Say They Value Emotional Intelligence over IQ
  • The EQ Edge: Emotional Intelligence and Your Success – 2011
  • Steven J. Stein, Howard E. Book
  • Qualificação EQ-i 2.0® – Fellipelli Instrumentos de Diagnóstico e Desenvolvimento Organizacional

Leia também

DEZ FORMAS DE APRIMORAR A SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Clique aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *