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Um estudo de caso da Manchester High School
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A Manchester High School em Connecticut, EUA, está em uma missão de “criar um ambiente para todos os estudantes adquirirem o conhecimento e as habilidades necessárias para ser tornarem membros da sociedade bem-sucedidos e contribuintes”. Os funcionários e os professores da escola compreendem que os estudantes de hoje enfrentam uma enorme quantidade de novos desafios na medida em que entram no mercado de trabalho do futuro, e eles visam utilizar as técnicas mais inovadoras e as pesquisas mais relevantes para dar aos estudantes as habilidades necessárias para que eles possam prosperar. Consequentemente, a escola mantém altas expectativas dos seus alunos, de acordo com o que consta em seu website, em tradução livre: “A MHS (Manchester High School) é sinônimo de altos padrões.”
No centro de carreiras de Manchester, o professor de serviços de carreira Mark Danaher, que possui as certificações NCC e GCDFI, é responsável por ajudar estudantes a determinarem quais carreiras desejam perseguir e identificar o caminho acadêmico que irá ajudá-los a alcançar suas metas. Conforme ele diz, o centro ajuda a trazer de volta a educação dos estudantes, infundindo habilidades do Século XXI na sala de aula.
O Instrumento Myers-Briggs®

Oferecendo insights mais profundos sobre a personalidade dos estudantes
Para cumprir estes objetivos, Danaher confia em uma série de ferramentas e programas.
Um dos programas mais interessantes e frutíferos envolve o uso de um instrumento projetado para lançar luz sobre como a personalidade forma o pensamento e o comportamento – o Instrumento Myers-Briggs Type Indicator® (MBTI®) – para melhorar a experiência do aprendizado nas aulas de língua inglesa.
Este instrumento é baseado na teoria dos tipos de personalidade de Carl Jung, que afirma que cada um de nós nasce com um tipo de personalidade fundamental, que mesmo não controlando o comportamento, molda e influencia a forma como nós compreendemos o mundo, processamos informações e nos socializamos. O instrumento indica as preferências de um indivíduo através de 4 dicotomias de personalidade – Extroversão (E) ou Introversão (I), Sensação (S) ou Intuição (N), Pensamento (T) ou Sentimento (F) e Julgamento (J) ou Percepção (P). Essas preferências são então combinadas para formar um dos 16 tipos de personalidades. Por exemplo, a tipologia ESTJ significa que uma pessoa tem preferências pela Extroversão, Sensação, Pensamento e Julgamento. Essa tipologia pode então ser usada para obter informações que se aplicam diretamente aos hábitos/tendências de aprendizado, relações interpessoais e outros fatores que afetam a educação.
Aulas de inglês: O ponto de partida
Danaher tem usado o MBTI® com estudantes do 3° ano na MHS desde 2001. Geralmente, o processo começa quando ele aplica o instrumento para estudantes nas aulas de Inglês. Após os resultados serem gerados, ele retorna à sala para uma discussão de 1h30, durante a qual ele verifica cada uma das tipologias dos alunos e explora como elas podem afetar seus interesses acadêmicos, escolhas de colegas e, por último, suas carreiras. De acordo com Danaher, a reação dos estudantes tem sido muito positiva. “Os estudantes geralmente pensam que conhecem a si mesmos, mas nós os incentivamos a manterem uma mente aberta. Geralmente no fim das nossas atividades, eles passam a ver como o entendimento de si mesmos e dos outros, baseado nos tipos, pode ser benéfico para eles em muitas esferas.”
Os estudantes geralmente pensam que conhecem a si mesmos, mas nós os incentivamos a manterem uma mente aberta. Geralmente no fim das nossas atividades, eles passam a ver como o entendimento de si mesmos e dos outros, baseado nos tipos, pode ser benéfico para eles em muitas esferas.”
Mark Danaher
Gestor do Centro de Carreiras e Professor de Serviços de Carreira
Exercícios baseados nos Tipos e o momento “aha!”
Danaher guia estudantes através de exercícios projetados para aprimorar o conhecimento sobre os tipos, baseando-se na filosofia de que experimentar um conceito em vez de apenas ouvir sobre o mesmo, gera uma experiência de aprendizado mais poderosa. Estes exercícios foram extraídos do livro Shape Up Your Program! Tips, Teasers, & Thoughts for Type Trainers, coletados e compilados por Margaret U. Fields e Jean B. Reid.
Um exercício envolve dar aos estudantes um copo de isopor e fazer com que eles escrevam sobre o copo em um minuto. Danaher relata que geralmente, os estudantes com a preferência pela Sensação irão descrever todos os detalhes físicos, desde os números embaixo do copo até a sua cor e peso. Por outro lado, os estudantes com a preferência pela Intuição podem abordar como ele pode ser usado como um telefone ou que é possível “ouvir o oceano” ao colocá-lo na orelha. “Isso serve como um momento ‘aha!’, mostrando aos garotos como eles têm formas diferentes de dar foco”, diz Danaher. “É um processo interessante de ser observado.”
Ele também guia os estudantes através de um exercício conhecido como “Estrela e Barco à Vela”, em tradução livre, projetado para ilustrar as preferências entre o Julgamento e a Percepção. Este exercício envolve dar aos estudantes 5 minutos para que possam fazer a melhor estrela possível, com um conjunto limitado de materiais. Dois minutos depois, Danaher avisa que “se enganou” e que na verdade, eles têm apenas um minuto para fazer o melhor barco à vela possível.
Neste momento, ele afirma que aqueles com a preferência pelo Julgamento costumam se sentir nervosos e querem terminar a estrela que começaram, ficando “presos” com frequência. Aqueles que têm a preferência pela Percepção, por outro lado, costumam “seguir o fluxo” e passam a trabalhar no barco à vela. Isso ilustra uma importante diferença entre indivíduos: alguns não têm problemas ao se ajustarem com mudanças de última hora, enquanto outros trabalham melhor seguindo um plano.
Danaher diz que além disso, eles também examinam as diferenças entre Pensamento e Sentimento através de uma atividade na qual os estudantes se alinham e são confrontados com vários cenários hipotéticos. Por exemplo, eles são convidados a considerar uma situação onde precisam trabalhar em grupo para entregar um projeto em um prazo determinado. Este exercício foi feito pela Dra. Jane Kise, de Minnesota. No dia do prazo, um dos alunos está ausente. Se os outros estiverem propensos a “deixar passar” e dar todo o crédito a ele, eles são instruídos a ir para a esquerda. Se, por outro lado, eles estão propensos a não dar todo o crédito para o aluno faltoso, deverão ir para a direita. De acordo com Danaher, a divisão esquerda/direita entre estudantes geralmente se aproxima dos resultados do MBTI®, com os estudantes com a preferência pelo Sentimento mais propensos a “deixar passar” do que aqueles que preferem o Pensamento. Ele diz que isso serve para validar os resultados do MBTI®.
Ligando Tipo e estilo de escrita para criar combinações vencedoras
Danaher diz que dentro de um contexto de uma sala de aula de Inglês ou História, escrever é um desafio constante, com diferentes estudantes mostrando várias habilidades e pontos fracos. “Um estudante pode ser orientado ao detalhe e ser ótimo em pontuação, mas ser ruim na estrutura, enquanto outro pode ver o grande quadro, ter um bom desenvolvimento e conclusão, mas não ser capaz de documentar.”
Ele e os professores com os quais trabalha observaram uma correlação entre a tipologia e o estilo de escrita. Por exemplo, uma escrita “fora do assunto” é mais aparente nos Intuitivos, que podem ter a tendência de divagar mentalmente quando se sentem entediados. Já os estudantes que têm a preferência pela Sensação costumam dar muito foco aos detalhes. Portanto, uma das principais estratégias do programa envolve dispor pares de alunos baseados no equilíbrio das preferências opostas, fazendo com que eles trabalhem juntos. A estratégia dá a cada estudante uma experiência direta em criar melhorias que o outro não faria normalmente, como ligar a introdução com o corpo do texto e a conclusão de forma de forma mais concreta, ou prestar mais atenção à pontuação, gramática e ortografia.
“À medida que seus pontos fortes e fracos tendem a se correlacionar com os tipos, colocar estudantes em grupos baseados nestas tipologias pode levar a resultados muito positivos”, diz Danaher. Os professores relatam que a qualidade dos trabalhos produzidos por pares equilibrados é consistentemente maior – eles têm pontuações maiores do que os estudantes que trabalham individualmente.
De acordo com Danaher, os alunos muitas vezes descobrem que não podem entregar por conta própria o tipo de resultados de escrita que podem quando estão em pares equilibrados. E mesmo que eles não sejam necessariamente capazes de aperfeiçoar essas habilidades para compensar as fraquezas, eles conseguem pelo menos apontar onde têm problemas. Isso dá a eles uma base para melhorar suas habilidades por conta própria ao longo do tempo ou ver o valor de trabalhar com os outros para capitalizar em cima de suas habilidades ou preferências complementares. Conforme colocou Bill, um dos alunos, “ o programa me ajudou a perceber no que eu devo trabalhar e eu tentei construir minhas habilidades nestas áreas.”
Alcançando prazos
A evolução do programa foi formada em torno das experiências dos professores de Inglês que o implementaram em suas aulas. Danaher diz que alguns professores desenvolvem novas teorias e técnicas baseadas nas suas experiências com o instrumento MBTI®.
A professora de língua inglesa Debi Weinberg, por exemplo, usou o pareamento equilibrado por preferências para examinar seu efeito na pontualidade e nas taxas de conclusão em relação aos trabalhos de pesquisa. Ela primeiramente começou dando a liberdade para que os estudantes escolhessem seus próprios pares. Na segunda vez, no entanto, ela equilibrou os pares baseada na preferência do MBTI®, assim como suas próprias observações, em relação a como eles podem equilibrar os pontos fortes e fracos um do outro. Acontece que isso teve um efeito drástico nas habilidades dos estudantes de alcançarem prazos. Conforme a sua análise, aproximadamente 77% dos pares equilibrados por preferências completaram seus trabalhos a tempo, bem à frente dos 65% dos estudantes que trabalharam sozinhos.
Ao final do projeto de pesquisa, os estudantes realizaram uma pesquisa anônima sobre o processo – 45% deles relatou que a parceria beneficiou suas habilidades em completar o processo (12% relatou que isso não os ajudou e o restante marcou “não sei”). Daqueles que relataram benefícios, a razão em comum citada foi o equilíbrio entre os pontos fortes e fracos que a parceria ofereceu.
Aplicando os ensinamentos dos tipos para uma maior experiência educacional
A discussão e o conhecimento das preferências não acabam com exercícios e atividades em sala. Ao contrário, o conhecimento adquirido durante essas sessões dá aos professores uma base para que possam adaptar suas táticas às necessidades dos estudantes. Como parte do programa, Danaher dá a cada professor uma lista com os tipos de todos os alunos de uma turma, assim como informações contínuas sobre como eles podem fazer uso das tipologias em sua metodologia para extrair o melhor dos estudantes.
Além das atividades que Danaher inicia, muitos professores continuam a usar o conhecimento dos tipos de personalidade para formar suas atividades, seus planos de aula e a interação com os estudantes. Por exemplo, a primeira atividade de Weinberg com cada turma nova é a aplicação do MBTI®. O processo permite que Danaher aprenda mais sobre os estudantes e dê à professora conselhos sobre como trabalhar com eles de forma mais eficaz, a fim de entregar uma experiência de aprendizado mais direcionada e bem-sucedida.
Ela também faz com que seus alunos escrevam um ensaio autoanalítico no início de cada ano letivo. Este exercício, juntamente com os resultados do MBTI®, fornece uma “janela” da vida de cada um dos alunos e suas personalidades, o que permite à professora compreender melhor e a atender as necessidades do aluno no início do processo educativo. Ela então dá um passo adiante revelando a sua própria tipologia do MBTI®, explicando o que este resultado pode significar dentro de um contexto de sala de aula.
Além disso, ela pede frequentemente aos estudantes a se juntarem em pares com alunos que tenham pelo menos duas dicotomias diferentes das suas, na medida em que se esforçam para lidar com ensaios e outros projetos – uma estratégia que ela afirma levar a resultados visivelmente melhorados. “Aprecio muito a utilidade do MBTI®”, ela afirma. “Ele me dá uma forma de identificar bloqueios em potencial que meus alunos podem ter e rapidamente determinar o que precisaremos cuidar ao longo do ano letivo.”
Da sala de aula para a de reuniões – Ligando os pontos
Após obter seu diploma de bacharel em Economia, Danaher qualificou-se no ensino de Negócios, História e Marketing. Antes de lecionar, ele atuou por um período em contabilidade, descrevendo como “algo que não combinou” com ele pessoalmente, mas que serviu de alerta para que pudesse entrar na profissão de professor. No entanto, a sua posição na escola o permite usar suas habilidades de professor em conjunto com as dos negócios.
“Minha experiência nos negócios me ensinou que se eu não mostrar aos estudantes como o aprendizado se aplica fora da sala de aula, ele não fixa”, diz Danaher.
“Portanto, uma das metas mais importantes deste programa é a de mostrar aos estudantes que o que eles aprendem será benéfico para que possam seguir adiante.”
De acordo com ele, muito do impulso por trás do seu trabalho neste programa parte da sua experiência escolar. “Não havia um consultor para nos ajudar a compreender nosso potencial ou nossas opções”, ele explica. “Consequentemente, na faculdade, eu ‘flutuei’ entre quatro graduações diferentes.
“O meu objetivo com este programa é o de ajudar os estudantes a desenhar uma conexão significativa entre a educação na sala de aula e o mundo real.”
A sua intenção com o MBTI® é a de ajudar os estudantes a compreenderem todas as oportunidades na vida à disposição deles e a tomarem as decisões mais informadas possíveis em relação ao seu futuro. Ele trabalha para garantir que os estudantes compreendam como as habilidades desenvolvidas nas aulas de inglês podem ser aplicadas no mundo exterior, incentivando os professores a “forçarem a barra” e continuarem a desenvolver aplicações inovadoras para o MBTI®.
Adicionando o instrumento Strong Interest Inventory® para uma imagem completa
Danaher enfatiza que a personalidade é parte de quem os estudantes são. No entanto, incorporar o instrumento Strong Interest Inventory® (Strong) com uma compreensão dos interesses, valores e aptidões oferece uma visão mais completa. Danaher tem usado o Strong Profile College Edition da CPP em conjunto com o MBTI® há cerca de 2 anos para ajudar alunos do 3° ano a determinar a faculdade e seus caminhos de carreira. “Eu me reúno com os estudantes pessoalmente para rever os resultados do Strong e discutir como seus interesses se relacionam com as várias carreiras e graduações”, diz Danaher. “Usamos o Strong® em conjunto com o MBTI® para ajudá-los a encontrar o melhor caminho.”
Benefícios além do trabalho ou educação
Danaher faz questão de ajudar os estudantes a compreenderem que as aplicações do MBTI® englobam todos os aspectos da vida, e discutir com eles como a compreensão dos tipos de personalidade podem melhorar a vida social. “Eu explico, por exemplo, que alguns tipos preferem ter tudo planejado enquanto outros são mais ‘relaxados’”, diz Danaher. “Este é o motivo comum de frustração entre pares.” Da mesma forma, algumas relações passam por atritos porque uma pessoa costuma “mandar na lata” enquanto a outra faz rodeios e evita confronto direto. Ao usar o MBTI®, ele ajuda os estudantes a entenderem como as pessoas de diferentes tipos de personalidade costumam abordar situações de modo diferente, dando dicas sobre como eles podem melhorar a comunicação e evitar equívocos que prejudicam as amizades.
Ele diz que não é surpresa o fato de que os estudantes rapidamente veem valor neste tipo de informação. Conforme disse um deles chamado Alex, “o MBTI® me ajudou a perceber que sou mais introvertido do que pensei, e isso me permitiu mudar meu estilo e engajamento em situações sociais.”
Isso suscita a questão se a melhoria no lado social leva ou não à melhoria no desempenho educacional e profissional. Mesmo não havendo uma resposta quantitativa, Danaher continua a lembrar aos estudantes que essa informação será útil em todos os aspectos de suas vidas – socialmente, na faculdade, e é claro, no mundo dos negócios, onde os relacionamentos e o trabalho em equipe são a chave para o sucesso. Talvez os benefícios gerais do treinamento baseado no MBTI® foram resumidos por uma estudante chamada Gabriela: “Por conta do meu conhecimento de mim mesma e do meu tipo de personalidade, agora sou uma pessoa mais calma e tranquila em situações que me estressariam.”
Seguindo adiante
Danaher agora conseguiu a aprovação para conduzir um programa de desenvolvimento profissional baseado nos tipos com todos os professores da Manchester High School. Este treinamento opcional irá ajudá-los a entender como eles podem alavancar a compreensão dos tipos do MBTI®, a fim de melhorar a interação com seus alunos. Este ano, 50 professores participaram do programa. O primeiro workshop teve a presença de professores de Música, Língua Inglesa, Educação Física e Ciências. “Este programa irá beneficiar a todos os professores e todas as turmas, não apenas as de Língua Inglesa”, diz Danaher. “Nossa meta é torná-lo disponível a todos.”
Ele e seus colegas estão atualmente no processo de coletar dados que indicam uma correlação em potencial entre as taxas de evasão escolar, de desempenho na universidade e as preferências. “Estamos observando quais tipos são mais propensos a abandonar (usando dados do Manual do MBTI®) para ver se há uma ligação com o desempenho na universidade”, diz Danaher. “Queremos ser capazes de identificar os estudantes que podem estar propensos a terem problemas e prepará-los para enfrentar estes desafios.”
Conclusão
Ao usar o MBTI®, Mark Danaher está ajudando a Manchester High School a alcançar a sua meta de oferecer “um programa curricular, um aprendizado e uma avaliação que são propositadamente conectadas com o mundo além da sala de aula.” Ao aplicar estes princípios baseados nos tipos, Danaher e os professores vêm observando melhorias em até 10% em tarefas de escrita, assim como outros aspectos do desempenho, como alcançar prazos.
O conhecimento dos tipos de personalidade adquiridos através do uso do MBTI® também permitiu aos professores que compreendessem totalmente seus alunos, determinando problemas em potencial e empoderando-os a fim de que forneçam uma experiência educativa adaptada às necessidades de cada turma.
Além disso, quando usado em conjunto com outros instrumentos da CPP, como o Strong Interest Inventory®, estas informações são uma fonte excelente para o aconselhamento de carreira e acadêmico.
Ao ligar os princípios dos tipos de Myers-Briggs com áreas de afinidade dos estudantes, como a vida social deles, Danaher os ajuda a conectarem diretamente o que aprenderam em sala com a vida fora da escola. Ele diz que tudo isso cria uma experiência educativa na qual os estudantes surgem com a habilidade de conectar o conhecimento de si mesmos com o conhecimento do mundo.
“Ao dar aos estudantes um entendimento mais completo de quem eles são, estamos empoderando-os a tomarem melhores decisões para a vida”, explica Danaher. “Se você entende e permanece verdadeiro a si mesmo, você terá uma vantagem enorme na medida em que trabalha para alcançar suas metas.”
Fonte: https://www.cpp.com/Pdfs/CS_Manchester_High_Case_Study.pdf
Traduzido e revisado por Fellipelli Consultoria Organizacional.
Além de ser representante exclusiva no Brasil de empresas como The Myers-Briggs Company, MHS, Center for Creative Leadership (CCL), NeuroLeadership Institute, Birkman, Kilmann, TMS e Adam Milo, e de desenvolver seus próprios instrumentos e soluções, a FELLIPELLI forma e qualifica profissionais mais competentes e engajados, aptos a identificar e atender às novas demandas do mercado atual.Fale com nossos especialistas e conheça nossos cursos/assessments exclusivos.
Tema: MBTI®
Subtema: Uma experiência educativa que conecta o conhecimento de si mesmos com o conhecimento do mundo.
Objetivo: Autoconhecimento, Autodesenvolvimento, Coaching, Coaching nas Empresas.
